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VÍDEO - CAMELÓDROMO - Um Barril de Pólvora no Centro do Crato - Entrevista com o Promotor Pedro Luis Camelo



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23 abril 2014

Chuvas reabrem buracos em trecho da estrada federal que liga Várzea Alegre a Farias Brito


O trecho da BR-230 faz ligação entre as rodovias estaduais CE-060 e a CE-386, que foi reconstruído em 2011, até a cidade do Crato

Várzea Alegre. O trecho de 40 km da BR-230 entre esta cidade e Farias Brito, no Sul do Ceará, está novamente esburacado. As chuvas caídas neste ano provocaram reabertura de antigos buracos, danificando o asfalto. No fim de 2012, a via foi recuperada com operação tapa-buraco, mas menos de anos depois está estragada, com desgaste que tende a aumentar com o fluxo de veículos e as precipitações da quadra invernosa. Os buracos que reaparecem são uma prova de que o serviço de recuperação do trecho foi mal feito e é mais um exemplo de desperdício de recursos públicos federais. No período de 2006 a 2012, o trecho estava em péssimo estado de conservação, com muitos buracos. A superintendência regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) anunciou a recuperação da via esburacada em fevereiro de 2012 e o serviço foi concluído em setembro daquele ano.

A obra compreendeu o trecho a partir do entroncamento na BR-116, que dá acesso à cidade de Lavras da Mangabeira, seguindo até Várzea Alegre e estendendo-se até a cidade de Farias Brito. Na época, autoridades locais se mobilizaram para a recuperação da rodovia, que é considerada de grande importância para o trânsito, fluxo de pessoas e o comércio entre as cidades das regiões Centro-Sul e Cariri. Foi realizado um serviço de melhor qualidade, com recapeamento geral da via entre a cidade de Várzea Alegre e a BR-116, mas no trecho até a cidade de Farias Brito foi feito serviço de tapa-buraco e apenas em alguns pontos recapeamento. Resultado: em pouco tempo, os antigos buracos estão sendo reabertos.

Atenção

Os buracos exigem dos motoristas atenção e paciência. Em alguns pontos é preciso trafegar em ziguezague para desviar das rachaduras e verdadeiras crateras. Esse tipo de manobra aumenta o risco de acidentes e o choque frontal entre veículos. O tempo de percurso entre Várzea Alegre e Farias Brito que era de 30 minutos agora aumentou mais 15 minutos.
O prefeito Vanderlei Freire disse que encaminhou pedido de recuperação do trecho ao Dnit. “Esperamos que agora seja feita uma obra completa, de reconstrução do trecho danificado, semelhante ao que foi feito entre o entroncamento da BR 230 com a BR-116 e a cidade de Várzea Alegre”.

Na região Centro-Sul, o trecho de 51 quilômetros da Rodovia CE-282 entre as cidades de Iguatu e de Icó também apresenta vários buracos e a pista em vários pontos está rachada. A recuperação por equipe do 9º Distrito Operacional do Departamento Estadual de Rodovias (DER) com o uso de asfalto frio não suporta o fluxo intenso de veículos e as chuvas. O governo do Estado já anunciou a reconstrução do trecho, com alargamento da rodovia e implantação de acostamento.

Fonte: DN


Força-tarefa do TJ do Ceará examina 102 processos de improbidade em 12 Comarcas


“Os juízes do Grupo de Auxílio para cumprimento da Meta 4 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) examinaram 102 processos em 12 comarcas do Interior. Os trabalhos ocorreram entre os dias 7 e 12 de abril. A equipe foi instituída pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), em fevereiro, para agilizar o julgamento, até o fim deste ano, das ações de improbidade e de crimes contra a Administração Pública, distribuídas até 31 de dezembro de 2012.

Durante o período, foram proferidas 53 sentenças, 14 decisões (recebimentos de petição inicial/denúncia e diligências), nove despachos e 26 exclusões (ações que não faziam parte da Meta). Também foram vistoriados 15 processos. Essas ações estavam com audiências marcadas e diligências determinadas pelo juiz da comarca, por isso não necessitaram de movimentação. Os magistrados atuaram em Crateús, Nova Russas, Santa Quitéria, Ararendá, Hidrolândia, Ipaporanga, Ipu, Ipueiras, Novo Oriente, Poranga, Tamboril e Catunda. O maior número de sentenças proferidas foi registrado em Novo Oriente (13), seguido de Poranga (11) e Nova Russas (11). As próximas visitas serão realizadas em Boa Viagem, Tauá, Quiterianópolis, Parambu, Assaré, Catarina e Arneiroz, entre os dias 12 e 17 de maio.

O desembargador Inácio de Alencar Cortez Neto, supervisor da Meta no Judiciário cearense, coordenou os trabalhos. Atuaram na força-tarefa os juízes Daniel Carvalho Carneiro, Edison Ponte Bandeira de Melo, Henrique Lacerda de Vasconcelos, Luciano Nunes Maia Freire e Francisco Marcello Alves Nobre, além dos servidores Geraldo Fernandes Santos e Mateus Costa Tomaz de Souza. Todos trabalham sem prejuízo das funções.”

TJ-CE


Defensoria Pública inaugura núcleo em Barbalha



A Defensoria Pública vai inaugurar, na Comarca de Barbalha (Região do Cariri), um núcleo de atendimento. A sede está localizada próximo ao Fórum da cidade e a estrutura física conta com amplas salas, gabinetes para defensores públicos com wc’s individualizados, sala de mediação, espaço para os estagiários, recepção, triagem, copa e almoxarifado. O ato de inauguração ocorrerá às 11 horas, tendo à frente a defensora-pública geral do Ceará, Andrea Coelho. O Núcleo de Atendimento da Defensoria Pública na Comarca de Barbalha tem parceria com a prefeitura dessa cidade, que cedeu quatro servidores para atuarem na sede, e dois estagiários do curso de Direito.




Acquario do Ceará – Primeiros equipamentos desembarcam no Porto do Pecém



Desembarcam, nesta terça-feira, por meio do Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante (Região Metropolitana de Fortaleza), os primeiros contêineres trazendo peças da estrutura principal do Acquario Ceará. O material vem dos Estados Unidos. O secretário estadual do Turismo, Bismarck Maia, dará coletiva às 15 horas no porto para apresentar o cronograma de execução das obras, informa sua assessoria de imprensa.

Fonte: O povo


22 abril 2014

Personalidades intrusas - Por: Emerson Monteiro

Na casa em frente, a festa prosseguiu pelo romper da barra no horizonte. Claro do dia e os ruídos roucos da música giravam no som falhado de bandas zoadeiras e a voz de cantoras trepidantes pelo ar, na vizinhança contrafeita. Vozes gritadas de homens barulhentos. Saídas de motos. Portões batidos. Furor destemperado.

O clima frívolo e a movimentação deixaram-me a tecer no juízo algumas considerações alusivas à natureza humana.

Em seu livro Nosso lar, Francisco Cândido Xavier (pelo espírito
André Luiz) fala dos canecos vivos, entidades desencarnadas que, em bares e ambientes de bebida, se enlaçam aos espíritos encarnados para os vampirizar.

Aproveitam os eflúvios do álcool através da carne e quais tomadas elétricas grudam naqueles que bebem, os tornado parceiros inconscientes da vontade alheia que sujeita incluir na vida de relações invisíveis.  

Com relação a esse fenômeno, vale distinguir alguns aspectos: As obsessões, denominação que recebem os laços de seres visíveis e invisíveis, se dividem em três categorias, ou estágios.

A obsessão simples, quando a influência mental se restringe a ocorrências fortuitas de pequena monta, rotineiras, causa de menores danos e comuns no dia a dia.

A fascinação, segundo nível de contato, que denota mais gravidade, levando as vítimas a sucumbir às ordens de forças nocivas, as sujeitando ao ridículo em situações públicas, limitadas que sejam na livre autonomia das suas atitudes.

E no terceiro caso, a subjugação, ou possessão propriamente dita, quando as ações se tornam insustentáveis, motivos por vezes delituosos, sujeitando aos vícios mais severos, irreversíveis dependências, dentre elas o alcoolismo, as drogas e as práticas morais destrutivas, desagregadoras, antissociais.

Alcoolizados e drogados, portanto, no afã de encontrar o prazer, expõem a saúde nos modos impróprios, inutilizando reservas positivas, submissos às circunstâncias de viver perniciosas.

Em frase célebre, o autor inglês William Shakespeare afirmou: Há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que supõe a vã filosofia.

Carta Aberta ao Deputado Ely Aguiar - Por Pedro Esmeraldo



Crato, 19 de Abril de 2014.

Prezado Deputado Ely Aguiar
Assembleia Legislativa de Fortaleza/CE

            Temos como incumbência, lutar pela nossa cidade. Mais uma vez estamos aqui pedindo sua cooperação para que não haja esfacelamento de terras nossas. A nosso ver, todo cratense deve sair com cuidado e com disposição para lutar e evitar a má fé do povo inimigo que quer esfacelar o Crato com desprezo. Tudo isto é provocado pela máfia organizada do pieguismo e da insolvência administrativa.
            Dizem que: quem tem os olhos fundos começa a chorar cedo. Por esta razão, já começamos a chorar, visto que estamos aqui a pedido que venham lutar com palavras mágicas, mostrando aos colegas que somos também lutadores e queremos sair desse impasse descomunal e que nos traga a união dentre as duas cidades. Só assim evitaremos essa invasão fora de si que nos traz dissabores.
             Cremos que os colegas são pessoas dignas, homens de pleno valor, quer técnico, quer jurídico e social, Venham nos ajudar a nos livrar desse mau agouro que o outro município invejoso pratica a mentira e a calúnia quer desfazer do Crato deprimindo-o para se reestabelecer como cidade líder da região.
            Temos certeza que Vossas Excelência saberão conduzir com dignidade e praticar com ato nobre e singeleza o amor à causa pública.
            Lembramos a Vossas Excelência que no tempo do Barão do Rio Branco que defendeu o Brasil no tratado de Uti Possideti (Acordo do Acre) que significa: o primeiro ocupante será o proprietário da terra. Neste caso o primeiro ocupante é o Crato e Vossas Excelência saberão com dignidade favorecer a cidade mais antiga do Cariri que é o Crato.
            Agradecemos a todos a boa vontade e esperamos que Vossas Excelência façam justiça entre nós.
            Ficaremos enaltecidos pela bravura de homens dignos e merecedores de protesto de estima e admiração.

Pedro Esmeraldo.


PS: Deputados ilustres não sejam omissos, façam justiça com o Crato.

21 abril 2014

O judeu errante - Por: Emerson Monteiro

Submetido ao juízo do Sinédrio, em seguida Jesus passou pelo crivo de Pôncio Pilatos e foi entregue aos soldados romanos. Tiraram-lhe as vestes, envolveram-no com manto púrpura, açoitaram-no, puseram-lhe sobre a cabeça uma coroa de espinhos e fizeram com que transportasse a cruz da própria execução.

Conta lenda européia do século XVII que o Mestre Divino cumpria o seu itinerário de dor através de vielas, becos e caminhos, diante da multidão ruidosa de palestinos, quando, exausto, tombou sob o peso do madeiro infamante que aos ombros carregava.

Na ocasião, um homem se destacou do populacho, veio próximo dele, aplicou-lhe violenta chicotada e, desdenhoso, vociferou:

- Levanta! Rápido! Vamos logo com isso!

O Justo, erguendo a vista, identificou quem falara tais palavras, olhando-o nos olhos. Nisso sentenciou:

- Vou, mas tu irás caminhar longe tempo esperando por mim, até que eu volte à Terra.

Naquele instante nascia a lenda de Ashaverus, o homem que recusou Deus, presença constante da literatura universal através de autores vários, dentre esses Schiller, Goethe, Chamiso, Shelley, Borges e Eugenio Sue, o qual, na obra O judeu errante, também contribuiria para disseminar o mito pelo restante do mundo.

No Brasil, o autor Machado de Assis escreveu um conto narrando as aventuras do personagem que percorre várias civilizações e épocas, sempre na espera da libertação prevista, submetido às condições de imortalidade do decreto angustiante. Ainda defronte perigo fatal cumpre ileso o destino estabelecido durante ali na Via Dolorosa.  

Dizem tradições que, depois do incidente, Ashaverus continua anônimo de cidade em cidade, onde para nada além de três dias no mesmo lugar; contudo, jamais perde o ânimo de caminhar, pois não morrerá antes do Juízo Final, na segunda vinda de Jesus.

Nesse período, terá retornado a Jerusalém uma vez, para observar as ruínas previstas por Jesus deixadas na segunda dispersão da raça que saíra mundo afora. Desde então, vaga ignorando a origem dos recursos que o alimentam. Caso receba mais do que precisar para viver, ele toma a iniciativa de passar aos necessitados o que ficar.

Para o escritor José Alarcón, esse anônimo (lendário) acha-se encarnado e simbolizado, segundo algumas interpretações, por todos aqueles povos do mundo que são obrigados a dispersar-se, fugitivos e errantes, como rebanhos acossados pelo fogo, por todas as terras conhecidas, sem pouso certo, sem reino nem país que possam dizer que seja seu.

Eis a lenda do judeu errante, manifestada pelas diferentes culturas humanas.

Para você refletir ! -Por Maria Otilia

As relações humanas de um modo geral são marcadas pela existência do poder. Algumas pessoas tem a essência do poder quase que inato, baseado no espírito de liderança. Outros tem o domínio do poder apenas para demonstrar que vale a  lei do mais forte.Estas pessoas não fazem bom uso do poder  gerando assim a dominação, medo, ameaça, não levando em conta os interesses coletivos.
A Parábola do Aquário traz para todos nós uma reflexão de como estamos agindo como gestores públicos, representantes políticos, chefes de família, líderes de igrejas, sindicais,etc. Boa leitura.

                                   PARÁBOLA DO AQUÁRIO

Era uma vez um aquário; onde viviam peixes grandes, médios e pequenos. Ali imperava a lei do mais forte. Os alimentos atirados pelo criador eram disputados. Primeiro comiam os maiores. O que sobrava destes, era devorado pelos médios. E o que sobrava dos médios era disputado pelos pequenos. Na falta de outro alimento, os grandes devoravam os médios, estes por sua vez, devoravam os pequenos.

Ora, havia um peixinho muito pequenino, que morava no fundo do aquário, onde estava a salvo da fome e da gula dos demais. Ali naquelas profundezas poucas vezes caía algum alimento. Mas o peixinho, ao invés de maldizer a sorte, enganava a fome distraindo-se a contemplar os desenhos dos azulejos, as plantinhas, a areia branca e as pedrinhas brilhantes que enfrentavam o fundo do aquário.

Um belo dia, o peixinho descobriu um ralo, por onde saía a água do aquário. Admirado exclamou: - Ué! Então este aquário não é tudo? Existe outro lugar onde se pode viver?

Para onde irá essa água que não pára de escorrer?

E o peixinho, curioso, tentou passar pelo ralo. Como os vãos fossem muitos estreitos, ele se dispôs a fazer sacrifício e emagrecer até poder passar para o outro lado.

E foi assim que, dias mais tarde, bem mais magro e ainda assim perdendo algumas escamas na travessia, ele conseguiu seu tento. E foi assim que ele conheceu, pela primeira vez na vida, o que era água corrente. Uma delícia! Uma maravilha! O peixinho ia pulando feliz pelo rego d'água deslumbrado com tudo isso. E o rego d'água levou o peixinho até uma enxurrada...

Na enxurrada, mais água ainda. E correnteza mais forte. Nem era preciso nadar. Bastava soltar o corpo! Maravilha! Quantos peixinhos! Quantos barquinhos de papel! E o sol??? Que coisa linda! E aqueles bobos, lá no aquário, pensando que aquilo fosse tudo, aquela água suja e parada. Coitados!!! E a enxurrada levou o peixinho a um riacho.

O peixinho nunca pudera imaginar tanta água junta. Nunca vira tantas crianças nadando. Nunca vira mulheres lavando roupa e cantando. Nunca vira tantas plantas, tantas flores, tanta beleza junta! E julgou que estivesse delirando. Quanta comida, quanta água, quanto lugar onde viver em paz, quanta felicidade para todos! Ah! Aqueles pobres diabos lá no aquário... Se vissem tudo isso!!! E o riacho levou o peixinho até o rio.

Não? Não é possível isto não existe! Olha quanta água! Parece não ter fim. Quanta comida! Quanto sol, quanta luz, quanta beleza! E foi assim, extasiado, maravilhado, deslumbrado, quase não acreditando em seus próprios olhos, que o peixinho, levado pelo grande rio, chegou, enfim, ao mar.

Ali, diante daquele infinito de águas, de alimentos, de luz, de cores, de plantas de um mundo de coisas maravilhosas, diante daquela majestade toda, o peixinho chorou. Chorou comovido, agradecido, porque a alegria era tanta que não cabia dentro de si. E chorou, sobretudo, de pena de seus companheiros que haviam ficado no aquário, naquelas águas poluídas, escuras, paradas, estragadas, espremidos, pensando viver no melhor dos mundos. E o peixinho, então, resolveu voltar e contar uma boa nova a todos.

E o peixinho voltou. Do mar para o rio (com sacrifício, porque agora a viagem era contra a correnteza) ele nadou para o riacho, para a enxurrada e da enxurrada para o rego d'água e do rego d'água pra o fundo do aquário. E atravessou o ralo de volta...

Desse dia em diante, começou a circular pelo aquário um boato de que havia um peixinho contando coisas mirabolantes, falando de um lugar muito melhor para viver, um lugar de paz e amor, um lugar de fartura infinita, onde ninguém precisa fazer sacrifício, nem devorar uns aos outros. E todos acorreram ao fundo do aquário, para saber da novidade. Os grandes, os médios, os pequenos, todos queriam saber o que era preciso fazer para chegar a esse mundo maravilhoso...

E o peixinho, mostrando-lhes o ralo, explicou que, para chegar a este mundo, era preciso algum sacrifício, pois a passagem era realmente estreita. Segundo o tamanho, uns teriam de sacrificar-se mais, outros menos. E os peixes pequenos passariam a seguir o peixinho, enquanto os médios e os grandes consideravam-no maluco, um visionário. Onde já se viu? Impossível passar por aquele vãozinho tão estreito! Só louco mesmo!!

E a história do peixinho se alastrou. De tal maneira, modificou a vida do aquário e perturbou o sossego dos peixes grandes e médios, que estes acabaram por matar o peixinho para acabar com aquelas besteiras.

Mas o peixinho não morreu. Continuou vivendo, pois sua mensagem, imortal, passava de geração a geração...

Até hoje a história do peixinho é lembrada no aquário. Até hoje há os que crêem. E até hoje há os que podem passar pelo ralo e os que jamais conseguiram fazê-lo porque quanto maior e mais poderoso, tanto maior será o sacrifício exigido, É por isso que está escrito:

"EM VERDADE, EM VERDADE VOS DIGO: É MAIS FÁCIL UM CAMELO PASSAR PELO FUNDO DE UMA AGULHA, DO QUE OS RICOS ENTRAREM NO REINO DE DEUS".

O maior erro judiciário da história

De um jovem Magistrado, frequentador habitual deste blog, recebemos uma análise estritamente jurídica do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. É uma análise serena, própria a ajudar avaliarmos a enormidade do crime monstruoso constituído pela Paixão e Morte de Jesus Cristo. Transcevemos abaixo:
“A condenação de Nosso Senhor Jesus Cristo representa um tema inesgotável pela sua riqueza religiosa. Contudo, a Paixão de Jesus também merece ser refletida sob o seu aspecto jurídico, pois sua morte representa o maior erro judiciário da História.
A prisão, condenação e crucifixão de Nosso Senhor violaram as leis vigentes à época. O seu julgamento não encontra qualquer amparo jurídico a servir de fundamento para tamanha atrocidade, pois, em verdade, Jesus não foi submetido a um processo de condenação, mas sim à execução de uma vingança.
A prisão de Nosso Senhor é maculada por graves ilegalidades. A captura de Jesus foi realizada sem qualquer mandado judicial ou ordem formal, além de ter sido comprada por trinta moedas de prata, dadas a Judas como pagamento pela tarefa de conduzir os soldados até o Messias.
Prisão de Jesus
Não bastasse tamanha irregularidade, os soldados prenderam Jesus utilizando-se de espadas e varapaus e empregando contra Ele tratamento degradante, à época aplicado somente aos ladrões e assassinos. O princípio jurídico, válido em todos os tempos, de que o réu é inocente até prova em contrário, foi violado já na prisão.
O uso da força ou violência só se justificaria se Ele oferecesse resistência. Pelo contrário, Jesus não ofereceu qualquer resistência e caminhou em direção aos seus captores, com a serenidade e confiança próprias à sua divindade.
Deu ainda exemplo de lealdade para com seus Apóstolos, isentando-os, quando disse: “Se é a Mim que procurais, deixai ir a estes”.
Julgamento à noite
As ilegalidades, contudo, não cessaram aí. Pelo contrário, apenas começavam. Após ser preso, Jesus foi conduzido para o interrogatório. A audiência foi realizada à noite, sem qualquer publicidade, em flagrante violação à lei da época que proibia qualquer julgamento antes do nascer do sol. Para mascarar essa ilegalidade, a sentença só foi ditada no início da manhã seguinte, diante do Sinédrio — convocado às pressas —, criando um falso ambiente de solenidade.
A execução da sentença foi ato contínuo à condenação, quando a lei da época exigia o prazo mínimo de dez dias entre a sentença e a aplicação da pena. Este prazo era dado para eventual recurso em favor do condenado, ou a apresentação de fatos comprobatórios de erro na sentença.
Jesus foi executado na sexta-feira, o que era proibido pelas leis judaicas, pois a morte e posteriores providências violariam o sábado, dia santo para os judeus. Como é sabido, o sábado judaico começa ao por do sol da sexta-feira. É essa a razão pela qual mandaram quebrar as pernas aos supliciados, não quebrando as de Jesus por já estar morto.
É também a razão da pressa em sepultá-lO “antes do por do sol”.
Pilatos reconhece a inocência… e manda flagelá-lO
Anteriormente à sua saída para o Calvário, Jesus foi chicoteado por ordem de Pilatos. Atitude inteiramente contraditória, pois seguia-se às palavras de Pilatos: “Não encontro crime nenhum neste homem; vou mandar chicoteá-lo e soltar”. Absurdo para um juiz: reconhece a inocência, mas manda castigá-lO.
Embora a lei judaica só permitisse no máximo quarenta e nove chicotadas, Nosso Senhor suportou mais de duas mil, segundo abalizados estudos realizados no Santo Sudário de Turim.
Torturas físicas e morais
Seguiu-se outro tormento, este não ordenado por Pilatos: Vestiram Jesus com o manto que usavam os loucos, coroaram-nO com um capacete de espinhos, puseram-Lhe nas mãos uma cana, à guisa de cetro, vendaram-Lhe os olhos e o esbofeteavam, interpelando-O para que adivinhasse quem lhe batera. Às bofetadas, acrescentaram os escarros em seu rosto e pancadas com a cana sobre a coroa de espinhos.
Ou seja, um misto de tortura física e moral… feita a quem pouco antes Pilatos dissera “não ver crime neste homem”. E, injustiça sobre outra: os executores dessas torturas não tinham nenhuma ordem judicial de assim procederem.
Duplicidade de acusação
Nosso Senhor foi alvo de muitas acusações, todas elas não provadas.
Por se apresentar como Filho de Deus, Jesus foi acusado de blasfêmia, e usurpador dos títulos divinos, por ser chamado de Messias. Mas, para tentar convencer Pilatos, governador romano, pagão e cético, o Supremo Conselho, afrontando mais uma vez as leis da época, mudou a acusação que pesava contra Jesus, passando a apontá-Lo como agitador político, acusando-O de incitar ao descumprimento das leis de César.
Testemunhas foram preparadas para depor contra Jesus. Mas, mesmo pagas, as testemunhas falsas se contradisseram, não conseguindo disfarçar todo aquele teatro arquitetado contra Nosso Senhor.
Conjurado a autoincriminar-se
Ao inquirir Jesus, Caifás usou de um expediente duplamente ilegal, pois o queria obrigar sob juramento: “Em nome do Deus vivo eu te conjuro…” e assim se autoincriminar, o que é totalmente vedado em qualquer julgamento sério. Pretendia o sumo sacerdote ver Jesus se declarar publicamente como o Filho de Deus, o que, para os judeus, caracterizava o crime de blasfêmia.
Todavia, Jesus se mantinha sereno, pois nada do que dissesse mudaria a decisão previamente tomada pelo Sinédrio: afinal já estava condenado mesmo antes de ser preso. Esse arremedo de julgamento foi feito apenas para dar ares de legalidade a um crime. E que crime: o deicídio!
Cegos pela vingança, os judeus ignoravam todos os testemunhos dados por Jesus, seus milagres e grandes feitos. Fatos estes de conhecimento do geral do povo. Não teria Jesus dado prova bastante de que se tratava do Filho de Deus?
Pilatos declara-se incompetente para julgar… e entrega Jesus à morte
Depois de interrogado e condenado, Jesus foi levado até Pilatos, a quem cabia impor-Lhe a pena de morte. Vendo que em Jesus não existia culpa alguma, Pilatos reinquiriu o condenado, não se limitando a ratificar a sentença proferida por Caifás.
Sentindo o peso de condenar um justo, Pilatos declarou-se incompetente para julgar Nosso Senhor, transferindo para Herodes a responsabilidade, sob o argumento de ser Jesus galileu.
Mas Herodes, já manchado com o sangue de João Batista, não quis ser autor de um novo assassinato, e por isso devolveu o julgamento de Jesus à responsabilidade de Pilatos.
O que levou Pilatos a condenar
Receoso de parecer pouco zeloso dos direitos do Imperador, Pilatos rendeu-se aos clamores do populacho, e em um gesto de covardia condenou Nosso Senhor à crucifixão. Apesar de continuar a “não ver nele nenhum crime”!
Contraditoriamente, lavou as mãos, em sinal de protesto contra a sentença que lhe extorquiram. Preferiu garantir-se o posto, a cumprir seu dever de imparcialidade, manchando-se desse modo com o sangue do Justo. Desse modo tornou-se o juiz mais injusto em toda a história da humanidade”.

Os bois mandingueiros - Por: Emerson Monteiro

Nos tempos do boi eirado, em Tauá, a Terra do Vaqueiro, confins da região dos Inhamuns, sertão cearense, não havia cercas que dividissem as mangas do gado deixado nas engordas. O poeta tauaense Edson Massilon Mathias fala disso com propriedade. O território de solta das reses preenchia o horizonte aonde alcançassem os olhos, local de esconderijo das manadas livres, selvagens, animais que se entocavam nas quebradas de terreno, abandonados ao eito do garranchal ressequido, feitos feras impossíveis de dominar. Sumiam autóctones das savanas nordestinas, integrados ao habitat rude, frutos da mata semi-árida, a fim de crescer e virar carne de charque nos abates adiante praticados.

Em épocas próprias de colheita da carne, se promovia uma chamada geral aos vaqueiros da redondeza para pegar os bichos nascidos e vividos naquelas matas abertas, bois que nunca conheceram currais e que só mostravam a silhueta agreste no escuro das noites, ariscos, caprichosos. Eram esses os bois mandingueiros, no falar do caboclo; dotados de manha, astutos, agressivos, imprevisíveis, só viriam a pulso custear a vida econômica dos homens cá de fora.

No terreiro das fazendas, se formavam as turmas de vaqueiros afamados, provenientes dos distantes lugares daqueles sertões, vestidos de couro dos pés à cabeça; chapéus de barbicachos coloridos, perneiras, esporas, luvas, peitoral, chicote; experientes, hábeis, zelados pelos senhores das terras e viventes quais jóias raras. Vaqueiros não raro também mandingueiros, rezadores, e que sabiam como poucos correr de noite junto das almas dos companheiros mortos, trazendo nos bornais as figas do outro mundo, afeitos no trato de antigos vaqueiros tombados na luta dos rebanhos afamados.

O boi tinha de vir, custasse o que custasse, vivo ou morto, mas tinha de vir; por vezes sangrado no fragor das corridas, emparelhado com os cavalos possantes. Rolava ao solo diante da força do homem, tempera da honra, no compromisso fiel da anônima batalha.

Ao vaqueiro se requeria as cicatrizes dos estragos noutras jornadas, credenciais em forma de pele marcada, sinais das refregas, um olho vazado, faces latanhadas, mãos retorcidas, ossos partidos.

Nessa faina, os vaqueiros persistiam semanas a fio. Alguns não mais retornariam; outros se perdiam e ficavam esquecidos mais tempo; extraviam montarias; viravam visagem.

As legendas dos bois eirados, ou mandingueiros, ainda agora permanecem no imaginário dos Inhamuns, quando pessoas se orgulham de registrar os feitos de vaqueiros notáveis de antanho, lembranças do Ciclo do Couro na história da primeira metade do século XX.  

19 abril 2014

Aqui se faz, aqui se paga (por Armando Lopes Rafael)

A tradicional malhação do Judas realizada na rua Lavapés, no bairro do Cambuci, na capital paulista, teve bonecos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente Dilma Rousseff (PT) e de Luis Fernandes, secretário-executivo do Ministério dos Esportes e coordenador do Grupo Executivo da Copa do Mundo (Gecopa), enforcados neste sábado de Aleluia (19). O evento é realizado há mais de 80 anos. 
Fonte: site UOL.

Centenário de Nascimento do Monsenhor Pedro Rocha de Oliveira – -por Armando Lopes Rafael (*)

   No próximo dia 22 de maio de 2014 a comunidade católica de Crato vai comemorar o centenário de nascimento de Monsenhor Pedro Rocha de Oliveira. Naquela data haverá a inauguração de um busto deste sacerdote no pátio interno do Seminário São José. Humilde de origem, pois filho de um modesto ferroviário da extinta Rede de Viação Cearense, Monsenhor Pedro Rocha de Oliveira ocupa lugar na história da Diocese de Crato, como um dos seus mais valorosos sacerdotes. Um homem vocacionado por Deus para a missão de educar e servir aos semelhantes. Foi ordenado presbítero com 23 anos e seis meses de idade. Viveu apenas 57 anos, 34 dos quais exercendo um profícuo ministério sacerdotal. Tão logo foi ordenado sacerdote, Monsenhor Rocha passou a lecionar no Seminário São José, o que fez por seis anos, findos os quais assumiu o cargo de reitor dessa instituição, lá permanecendo por mais 15 anos. Mas suas atividades não se limitavam só a isso.
   Foi, por 24 anos, Provedor do Hospital São Francisco de Assis, sendo que, nos últimos 12 anos da sua vida, residiu no próprio hospital. Por essa atividade ficou conhecido como “O Apóstolo da Caridade”. Simultaneamente, foi jornalista e diretor do jornal “A Ação”, órgão oficial da Diocese de Crato; orientador espiritual da Liga Feminina da Ação Católica; radialista, produtor e apresentador do programa “Consultório da Família”, levado ao ar pelas emissoras de rádio da cidade de Crato; Diretor Diocesano da Obra de Vocações Sacerdotais, entidade responsável pelo financiamento dos estudos de muitos sacerdotes. Sem falar que sempre foi muito requisitado para pregar retiros espirituais.
   Um dos bons oradores sacros do Sul do Ceará, Monsenhor Rocha era um líder entre seus colegas de sacerdócio. A muitos desses seus irmãos de ministério amparou, na velhice, dando, assim, o testemunho de um coração misericordioso e solidário. Vários dos pavilhões existentes no Hospital São Francisco foram por ele construídos. Possuía um espírito prático, sendo reconhecido como administrador competente e criterioso.
Certa feita, recebeu uma verba da entidade católica alemã Miserior, destinada à reforma e melhoramentos no Hospital São Francisco. Ao término das obras e como sobrara certa importância do dinheiro recebido, devolveu à instituição doadora essa sobra. Dos alemães, que vieram fiscalizar a construção, ficou este testemunho:
         – Trata-se de caso único, na história da Miserior.

           Monsenhor Murilo de Sá Barreto assim se referiu monsenhor Rocha, seu antigo mestre:
“Era um Reitor amigo, educador coerente, conselheiro paciente, conferencista polivalente, iniciador da Ação Católica nesta diocese, acolhedor dos pobres e dos simples, tanto no Seminário como no Hospital, tanto no confessionário como nas conversas informais de orientação”.
Sobre Monsenhor Pedro Rocha de Oliveira assim escreveu Monsenhor Montenegro, no livro O Apóstolo da Caridade:
“Monsenhor Rocha era um homem simples, modesto, Sacerdote modelo. Um Santo. Simples como Deus o fez, e a vida não conseguiu jamais desfazer. Era um mesmo para todos. E, no entanto, cada um o sentia como se fosse diferente para cada um. O segredo daquele imenso afeto que todos lhe dedicaram, o segredo do prestígio incomparável que adquiriu, em toda a sua vida, estava em ter vivido não para si, mas para os outros, em Deus e por Deus, no próximo, como um Santo Sacerdote, filho dessa Igreja que ele amava apaixonadamente, até o seu último alento”.

(*) Armando Lopes Rafael é historiador

18 abril 2014

Thomaz Osterne de Alencar - Por: Emerson Monteiro


Dos líderes proeminentes da comunidade caririense na segunda metade do século XX, Thomaz Osterne de Alencar merece destaque na qualidade com que cumpriu papéis de logista, idealizador de projetos revolucionários para a Região e incansável precursor das iniciativas e providências que abraçaria no decorrer da sua existência.


Nascido a 17 de outubro de 1914, no município de Pio IX, Piauí, logo adolescente veio com a família fixar residência em Crato, onde efetivou seus estudos junto à Escola Técnica de Comércio, estabelecimento que formaria grandes vultos da história cearense.


Dedicado às atividades mercantis, com o tempo, Thomaz Osterne demonstraria firme competência também à frente de órgãos comunitários, vindo exercer funções importantes na Diretoria da Associação Comercial do Crato, onde, desde 1963, esteve na Presidência da entidade, até seu falecimento, ocorrido a 13 de outubro de 1979.

Presença constante pela defesa dos ideais caririenses, nunca mediu esforços quando  postulou melhorias e encetou lutas em favor do nosso progresso. Exemplos de tais vitórias significam a idealização e a construção do Açude do Inxu, oficialmente denominado Thomaz Osterne de Alencar, dos maiores do Ceará; aberturas de avenidas, estradas, e promoção de asfaltamentos; duplicação da rodovia Crato – Juazeiro do Norte; o asfalto das estradas de Assaré e Campos Sales; abertura da agência do Banco do Nordeste do Brasil em Crato; a edificação do primeiro conjunto das Casas Populares; ampliação da eletrificação rural aos municípios regionais; acréscimo de limite do crédito bancário; se considerando ainda campanhas em defesa do comércio diante dos entes fiscais arrecadadores.

Espírito vanguardista, permaneceu sempre atento a oportunidades de desenvolvimento, havendo participado com brilho das ações do Lions Club, em Crato, instituição que presidiu durante três mandatos, durantes os quais realizou três convenções distritais. Por dois anos, cumpriria mandato de Presidente da Cooperativa Agrícola do Cariri.

Viajaria pelo Brasil em missões coletivas empresariais, marcando participações em diversos simpósios e congressos.

Outro destaque da personalidade de Thomaz Osterne de Alencar seriao empenho extremado com que constituiu a família, casado que foi com Da. Maria Dayse de Alencar, mãe dos seus filhos Pedro Ernesto, Maria Elisa, Bárbara, Vicente Carlos, Maria Cecília e Maria Dayse.

O reconhecimento da população de Crato aos serviços prestados pelo ilustre piauiense nas terras do Cariri propiciou que o Legislativo Municipal denominasse de Thomaz Osterne de Alencar a avenida perimetral, das vias principais da cidade.

Por isso e mais razões, nada tão justo do que esta manifestação de apreço, em nome do Instituto Cultural do Cariri, ao valoroso ser humano que ora perfaria cem anos de história rica e benfazeja, obtendo lugar cativo na alma de nossa gente.

Obra pesquisada na elaboração desta matéria: Roteiro biográfico das ruas do Crato, de autoria do jornalista J. Lindemberg de Aquino, 2ª. edição, UFC/Casa  de José de Alencar, Fortaleza, Ceará, 1999.


Educação deve receber R$ 364 bi do pré-sal - Entrevista com André Figueiredo



Ainda não se sabe qual o volume de recursos será destinado à educação pública ou mesmo se ele será suficiente para melhorar o salário dos professores -- estratégia fundamental para melhorar a qualidade da educação, além de medida de justiça com esses profissionais. A sociedade brasileira ainda não compreendeu também qual é a interlocução entre essa lei e o PNE (Plano Nacional de Educação), que segue em tramitação no Congresso.

Para responder a essas perguntas e contar um pouco como foi elaborada a primeira lei que vincula receitas petrolíferas à educação pública e à saúde no Brasil, entrevistei o deputado André Figueiredo (PDT-CE), relator da matéria na Câmara dos Deputados.

O parlamentar cearense, que é economista e advogado, apresenta uma previsão de receitas para a educação pública advinda do Pré-sal, fala sobre a importância do CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial) no PNE e sintetiza os próximos passos para o alcance da meta equivalente a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação pública.

Daniel Cara - Qual é a previsão de receitas vinculadas à educação na Lei dos Royalties?

André Figueiredo - Se o leilão do campo de Libra não tivesse sido tão generoso com as companhias petroleiras, o que inclui a Petrobras, haveria mais recursos. Elas ficarão com um percentual muito maior de receitas do que a União. A nossa lei é avançada, decisiva, mas o leilão de Libra não fez jus à legislação que criamos. Aliás, a exploração do petróleo, ao longo da História do Brasil, não tem respeitado o interesse nacional. O petróleo precisa voltar a ser nosso. O que quero dizer, segundo as previsões mais criteriosas da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, é que a educação pública receberá R$ 364,5 bilhões do Pré-sal em 17 anos, mas poderia ser muito mais. Poderia chegar ao triplo disso.

Cara - Quando esse dinheiro começa a ser investido em educação pública e saúde?

Figueiredo - O Pré-sal já é uma realidade. Em 2014 teremos mais de R$ 3 bilhões de reais que serão aportados como recursos adicionais ao orçamento da educação, provenientes dos campos em operação no regime de concessão [para se ter uma ideia, o orçamento do MEC em 2013 foi de 89 bilhões]. Em 2018, quando teremos produção em regime de partilha no campo de Libra, esse número já deverá dar um salto para mais de R$ 30 bilhões por ano e, ainda, crescerá nos anos seguintes à medida que a produção de petróleo na área do Pré-sal aumentar. Mas poderia ser melhor...

Cara - Esse recurso poderá ser utilizado para o pagamento de professores?

Figueiredo - A lei que aprovamos garante que a parcela da educação poderá ser utilizada, também, para o pagamento de professores e demais trabalhadores da educação. Isso é o essencial para a qualidade da educação.

Cara – A Lei dos Royalties foi uma conquista. Mas segundo as previsões, as receitas vinculadas à educação, advindas do campo de Libra, não devem alcançar nem o equivalente a 1% do PIB ao ano [atualmente, R$ 48 bilhões]. O PNE (Plano Nacional de Educação) demanda um volume de quase 4,5% do PIB adicionais no décimo ano do plano. Hoje investimos o equivalente a 5,5% do PIB em educação pública. E precisamos alcançar o patamar de 10% do PIB até 2023. Há outras possibilidades de vinculação de receitas petrolíferas à educação pública?

Figueiredo - Há muitas alternativas e elas são decisivas. Por exemplo, a Petrobras recebeu uma área chamada de cessão onerosa, mas com um teto de exploração de 5 bilhões de barris. Ocorre que pesquisas recentes mostram que há cerca de 10 bilhões de barris nessa área, o dobro do teto. Então, as áreas onde estão esses 5 bilhões de barris extras devem retornar à União, ao Governo Federal. Voltando elas devem ser negociadas e gerar bônus de assinatura, royalties de 15% e excedente em óleo [espécie de lucro de exploração no contrato de partilha da produção]. Isso tudo deve ser depositado no Fundo Social do Pré-sal, indo metade do depósito e do rendimento para educação pública. É um volume importante de receitas.

Com UOL


TÁ NA HORA DE REQUENTAR A BÓIA - Projeto Encosta do Seminário - Há 9 anos, fazendo o povo de PALHAÇO



PROJETO ENCOSTA DO SEMINÁRIO - Ajudando a manter vivas as promessas feitas ao Crato, e o sorriso de palhaço na cara do povo por quase 10 anos.

Há quase 10 anos existe aqui no Crato um projeto que mais parece um conto de fadas, que tem servido até de palanque político, antro de promessas, que é a tal ENCOSTA DO SEMINÁRIO. Todo ano eles colocam um tijolo novo, ou melhor, divulgam uma nova fase. Ao longo de quase 10 anos trabalhando com notícias, com o Blog do Crato, eu mesmo já presenciei e fotografei a vinda de "autoridades do Banco Mundial", vinda de secretários de governo, visitas de prefeitos, etc, etc, etc. Em cada etapa, pelo estardalhaço da coisa, a população é levada num joguete da mídia, a pensar: "AGORA, VAI", só que depois do "embasbacamento", ou da "hipnose", o projeto parece que volta a dormir, para só requentarem a bóia 6 meses depois e assim vão empurrando com a barriga até galinha criar dentes. A julgar pela última vez em que o projeto já foi tocado, um aviso aos capitães do deserto, já está no tempo de REQUENTAR A BÓIA, pois o povo do Crato já se esqueceu, e as eleições vêm aí....talvez se cozinhar o galo, esse projeto ainda dê pra ajudar a eleger muita gente...

18 milhões ? - Ok. Árvores estão num bom preço...

Por: Dihelson Mendonça

ARQUITETO José Sales comenta: Estava discriminado do PRU CRATO/ Plano de Requalificação Urbana do Crato 2005. Foi incluído no Projeto Cidades do Ceará/ BIRD/ Banco Mundial, no ano seguinte...Tem que requentar a bóia também do Centro de Convenções do Cariri, que está ainda obras desde 2007 e a recuperação do Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcante, a EXPO Crato.......além de uma listagem de promessas....nenhuma delas foi cumprida pelo Governo do Estado do Ceará, nas duas gestões Cid Gomes(PROS/CE)....


Na Venezuela uma autêntica "malhação de Judas": traidor tem o rosto de Nicolás Maduro


(“O Estado de S.Paulo”)
A “malhação de Judas” também é uma tradição na Venezuela. E nesse ano não será diferente: diversos bonecos estão sendo montados para serem queimados no domingo, último dia da Semana Santa.Uma forma de o povo venezuelano expressar sua insatisfação é colocar a fotografia de políticos no rosto dos bonecos. O personagem da vez é o presidente Nicolás Maduro.
Em Puerto Cabello, no Estado de Carabobo, os cidadãos usaram esse recurso para protestar  e o boneco que será queimado usa uma máscara de Maduro. Em outros locais, as pessoas já montaram o boneco como sendo Maduro, usando até a faixa presidencial. Ainda como forma de protesto contra o governo venezuelano, estudantes e manifestantes aproveitaram as celebrações da Semana Santa e marcharam descalços pelas ruas de Caracas. Essa forma de protesto simboliza a "penitência" do povo contra as autoridades daquele país.

Comentário dos Leitores

Armando Rafael disse: imagine se a moda pegasse por aqui e a população fizesse cruzes com fotos dos “traidores do povo”... com certeza ia faltar madeira para abrigar tantas fotos: por exemplo: os bandidos integrantes do “mensalão” ( incluindo os que cumprem penas no Presídio da Papuda, em Brasília); deputados, doleiros e corruptos que roubaram da Petrobrás; integrantes da base de apoio dos últimos 3 governos federais que impediram a apuração das CPIs de Carlinhos Cachoeira, da construtora Delta, da Petrobras; dos criadores do programa “Mais cubanos” cujas verbas Vêm sustentando a ditadura da dinastia dos Castro na ilha-prisão de Cuba; do "mensalinho" de Crato, dos vereadores do colorau de Santana do Cariri, das vassouras de Juazeiro do Norte... Malha o Judas, malha! mas que  ia faltar madeira, ia mesmo...

16 abril 2014

Vereador Bebeto Anastácio comunica que Ministério já liberou 800 mil reais para vítimas das chuvas em Crato


Segundo o vereador, o dinheiro já se encontra na conta da prefeitura, e 500 mil reais já haviam sido depositados anteriormente, sem que o vereador tivesse conhecimento. Na nota, Bebeto Anastácio promete investigar o que foi feito de cada centavo dos valores enviados pelo Ministério da Integração Nacional para o Crato.


"Venho a público informar ao povo do Crato e principalmente quem foi atingido pelas chuvas, sofrendo algum dano, ou seja, quem teve casa desabada, casa em situação de risco, mora em área de risco, que, o Ministério da Integração Nacional já liberou para o Crato mais de 800 mil reais do montante de 2 milhões, para as vítimas das chuvas. Isso significa, que essas pessoas atingidas tem todo direito de procurar a Prefeitura para solucionar seus problemas que como já disse, dinheiro tem.

Hoje recebi, como presidente da Câmara em exercício, a comunicação datada de 12 de março do corrente ano, dizendo que já estava na conta da Prefeitura mais de 300 mil reais, sendo a segunda parcela, pois a primeira de 500 mil reais que nós não tínhamos conhecimento, já tinha sido há tempos depositada numa das contas bancárias da Prefeitura.

Olhem, esse dinheiro é para às vítimas das chuvas (aluguel social, casa sem telhado por causa das chuvas, ruas em ruínas e etc...) e não simplesmente para ser investido em qualquer canto, terça-feira irei fiscalizar onde e quando foram investidos cada centavo dessa dinheirama toda e o motivo de ainda ter gente morando e vivendo sem as mínimas condições de segurança e vida. 

Fiquem com Deus e saúde e paz para todos!!!

Bebeto Anastácio
Presidente em exercício da Câmara de Vereadores do Crato


Mera semelhança com o Crato ? - Município de Senador Pompeu é alvo de nova operação do MP, MPF e Polícia Civil


O Ministério Público Estadual desencadeou, nesta quarta-feira, a “Operação Replay”, no município de Senador Pompeu, com o objetivo de cumprir 30 mandados de busca e apreensão e afastar 12 agentes públicos, por determinação do juiz Fabiano Damasceno Maia. A ação foi feita através de uma parceria com a Procuradoria Regional Eleitoral, do MP Federal, e com a Polícia Civil. Os promotores de Justiça e policiais responsáveis pela operação estarão disponíveis para entrevista nesta quarta-feira, das 15 às 17 horas, na sede da Procuradoria Geral de Justiça (Rua Assunção, 1100, José Bonifácio). Na ocasião, serão apresentadas imagens da operação.

No ano passado, uma outra ação feita no Município havia resultado na apreensão de 17 procedimentos licitatórios com indícios de fraudes. As licitações levaram à celebração de contratos cujo montante chega a R$ 2,7 milhões. Por conta disso, o Poder Judiciário determinou agora o afastamento cautelar durante 60 dias de sete secretários municipais, do tesoureiro da Prefeitura, da chefe de gabinete do prefeito e ainda a manutenção do afastamento de toda a comissão de licitação do Município. Além disso, a Justiça autorizou o bloqueio dos bens de todos os gestores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal deles.

O objetivo da operação foi apurar atos de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública ocorridos na última gestão municipal de Senador Pompeu e que se repetem na atual administração. Além disso, os atos têm relação com financiamento de campanha política da atual gestão municipal (“caixa 2”).

Fonte: website do Ministério Público


Após cobranças, Cid usa o Facebook para dizer que está se tratando


Cid-gomes-ce“O governador Cid Gomes (Pros)esclareceu agora há pouco, em publicação de sua página do Facebook, detalhes da licença particular de até dez dias que tirou nesta quarta-feira, 15. Segundo a mensagem, Cid está se submetendo a “tratamento intensivo” em uma clínica médica brasileira. O procedimento, explica o governador, ocorre após “sintomas de fragilidade” em sua saúde e segue recomendações médicas.
“Sintomas de fragilidade na minha saúde que se manifestaram nos últimos dias fizeram com que, por recomendações médicas, eu me licenciasse do Governo para um tratamento. Estou numa clínica, no Brasil, em tratamento intensivo. Espero ter direito a um mínimo de privacidade neste momento”, disse. Na manhã desta quarta-feira, 16, diversos deputados estaduais questionaram viagem do governador para fora do Estado, que não foi comunicada à Assembleia Legislativa. Alguns chegaram a acusar Cid de sair “sorrateiramente” do Estado, em viagem de jatinho particular para Punta del Este, no Uruguai.
Os parlamentares também criticaram posse do presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-CE), terceiro na linha sucessória, que assumiu o cargo mesmo com presença do vice-governador e do presidente da Assembleia no Ceará.

Politiqueiros

Cerca de meia hora após sua postagem inicial, Cid Gomes divulgou nova mensagem em seu Facebook. Na segunda publicação, o governador esclareceu que, ao pedir privacidade sobre seu tratamento, se referia aos “politiqueiros de plantão”. Cid removeu ainda a menção sobre privacidade da mensagem inicial.

O POVO Online


Dragão do Mar traz programação especial para a Semana Santa


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Não vão faltar opções para quem ficar em Fortaleza durante o feriado da Semana Santa. O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC) abrirá seus espaços normalmente, trazendo uma programação diversificada para todos os gostos. Além dos cinemas, cafés e museus, os visitantes do Dragão contarão ainda com uma programação especial de teatro, feira, música. Em destaque, o espetáculo “A Paixão de Cristo”, que encena, ao ar livre, a história de Jesus Cristo.

Com realização do Instituto Solaris em parceria com o Grupo Teatral Comédia Cearense, “A Paixão de Cristo” levará à Praça Verde, nesta sexta-feira (18) e sábado (19), às 18 horas, a encenação de passagens bíblicas como o julgamento de Jesus por Pilatos, a traição de Judas, a crucificação e sua ressurreição, tradicional história que continua emocionando todos que assistem ao espetáculo. A peça tem aproximadamente duas horas de duração e conta com um elenco de 35 atores. A direção é de Haroldo Serra, com produção-executiva de Ruby Araújo e produção teatral de Hiroldo Serra.

Duas grandes bandas de cultura popular nordestina, participantes do programa Polifonias, se apresentam na Temporada de Arte Cearense.

Também tem programação especial para a criançada. O Coletivo Cambada apresenta o teatro infantil “Quem tem Medo do Escuro” e o Brincando e Pintando no Dragão do Mar promove jogos e brincadeiras que prometem não deixar ninguém parado.

Outra boa pedida para acabar com o marasmo do domingo é o Fuxico no Dragão, programação de sucesso que retornou este mês com feira de produtos terapêuticos e alimentação, design, moda e música, sempre a partir das 16h, na Arena Dragão do Mar. As apresentações artísticas deste domingo ficam por conta do Dj Estácio Facó e de Macaúba do Bandolim.

A feira Cordel com a Corda Toda dá o tom literário ao domingo no Dragão, com recitais de cordel a partir das 17h, no Espaço Rogaciano Leite Filho.

Nos museus, o Circuito de Artes Visuais continuam com três exposições recém-abertas. São elas: mostra bauhaus.filme, Coleção Itaú Cultural de Fotografia Brasileira e Brasil um país um mundo. Uma ótima opção para os turistas e para os fortalezenses que ainda não conheceram o universo do sertão é a visita à exposição Vaqueiros, no Museu da Cultura Cearense. 

Assessoria de Comunicação do Dragão do Mar


Feriado prolongado vai injetar cerca de R$ 120 milhões na economia local


Turismo_CearaOs cinco dias de feriado prolongado – da Semana Santa, a partir da quinta-feira, 16, até Tiradentes, na segunda-feira, 21 – devem atrair 67,4 mil visitantes para o Ceará e gerar um impacto de R$ 119,6 milhões na cadeia produtiva do turismo, de acordo com estimativas da Secretaria do Turismo (Setur CE).
A renda direta gerada por estes turistas deve ser de R$ 68,3 milhões, o que representa um crescimento de 7,3% em relação à Semana Santa de 2013, quando 62,9 mil turistas vieram ao Ceará via Fortaleza.
A taxa de ocupação média dos meios de hospedagem (MH’s), da capital está estimada em 82,5%, distribuída em hotéis (83,4%), seguida por flats (80,4%), pousadas (80,0%) e albergues (70,9). Mais da metade dos turistas (36.956) devem permanecer em Fortaleza durante o feriado.
Já entre os destinos do interior, o mais procurado deve ser Jericoacoara, com 98,7% de ocupação, seguido por Porto das Dunas (86,9%), Cumbuco (84,3%), Canoa Quebrada (82,4%), Praia das Fontes/Morro Branco (78,3%) e Camocim com 88,0%. Fora do litoral, o destino com taxa de ocupação mais alta será Guaramiranga e demais municípios do Maciço de Baturité, com 92,5%.
Para o secretário do Turismo, Bismarck Maia, “o crescimento ano a ano demonstra que nosso trabalho de estruturação dos destinos, qualificando espaços e pessoas e fazendo promoção direta ao público, tem dado resultado. Estamos consolidados no mercado nacional e nos projetando no cenário internacional.”

Assessoria de Comunicação das Setur


Acreditar - Por: Emerson Monteiro


Tempos sombrios em que por mais se ouça dizer – Paz! há dúvidas viajando pelos ares. Ouve-se contar de sonhos e se acorda de olhos fundos de chorar apreensões... Que tempos sombrios, carrancudos, isolados... E apenas pisar os primeiros passos no campo largo de um deserto de flores vivas. Porém é necessário acreditar de ânimo cheio, durante as noites quais dias de sol intenso. Ver alegria no poder do Criador que chegou conosco até aqui. Saber disso e nunca perder o sentido das estradas rumo aos firmamentos, caminhos de estrelas espalhadas pelo vento das madrugas ainda escuras.

Alimentar felicidades enquanto rolam os bailes que indicam força de novas esperanças. Viver intensamente a festa da existência no ritmo de muitos corações. Sorrir, perto ou longe de arbitrariedades que exijam posições fortes de sobreviver a todo custo nos desafios das horas vagas. Olhar em volta as histórias de criaturas aflitas, no entanto a nutrir convicções de construir por meio de outros valores, bem melhores e positivos.

Quantas vitórias pela vida a gente descobrirá na poeira dos dias... Tantas conquistas obtidas em lugares incertas... Amigos conquistados... Aprendizados trazidos ao sentimento, que jamais largarão da memória de bons resultados.

Aceitar limites quais fronteiras de chagar à justiça do esforço pessoal e coletivo. Somar forças de construir mundo quando os demais exercitam os ideais do amor verdadeiro em plenos pulmões; igualdade, liberdade, fraternidade; o direito ao justo, ao honesto, a revelação do Ser.

Quando palavras ditas mereçam respeito, na voz de cada momento. Fora com os facínoras da dissimulação, maquinação triste dos fracos. Que as ações individuais representem, pois, só gesto de carinho em prol dos irmãos, de hoje em diante. Acreditar, sobretudo na construção da sociedade ideal de partilhar harmonia no silêncio das esperas, pulsar de beleza pura no clamor das estações. Adivinhar atitudes leais na confiança de quem espera melhor sabedoria do próximo, prática das lições aprendidas nas escolas da Luz.



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